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Produção de texto em Roseira – A apropriação de uma metodologia




PRODUÇÃO DE TEXTO EM ROSEIRA – A APROPRIAÇÃO DE UMA METODOLOGIA


Nos anos de 2014 e 2015 realizamos a formação de Coordenadores Pedagógicos e de Professores do Ensino Fundamental I, no município de Roseira, interior de São Paulo, em Língua Portuguesa e Matemática. O trabalho foi sempre gratificante para nós do IQE, pois os educadores levam muito a sério o que é educação de qualidade.


Em 2015, especificamente, desenvolvemos, em Língua Portuguesa, sequências didáticas de Produção Textual, área em que os alunos demonstravam maiores dificuldades. Foi um trabalho intenso, com planejamento conjunto, formação continuada e aulas compartilhadas entre professores e especialistas do IQE. E o resultado foi muito bom! Tanto que, após dois anos de encerramento dessa fase de formação, os professores permanecem desenvolvendo projetos baseados nas etapas e no modo como foram orientados.


A Produção de Texto configura-se em uma atividade que requer cuidado no planejamento, na realização e na finalização do que é produzido. E, por isso, leva um bom tempo para ser feita. O processo todo se desenvolve a partir de

  • Antes da Produção – apresentação da situação comunicativa, seguindo para reconhecimento do que os alunos já sabem, uma produção inicial (ainda sem intervenção do professor), definição do contexto em que os textos serão publicados, a leitura de textos que podem servir como referência (no mínimo 3), busca de regularidades do gênero textual, elaboração do pré-texto.
  • Produção.
  • Após a produção – revisão, edição e avaliação/autoavaliação.

Em 2017, as professoras Mara e Wanda, do 3º ano, e a professora Maria Nazaré, do 4º ano, da Escola Professora Odila Souza de Oliveira, enviaram ao IQE os projetos de Produção Textual com os gêneros: Biografia / Autobiografia e Regras de Jogo (3º ano); Carta de Reclamação (4º ano), com a descrição de todas as etapas programadas.


Os grupos refletiram sobre o que já conheciam, decidiram onde suas produções seriam publicadas, buscaram as características dos gêneros textuais estudados como referência para a construção de seus próprios textos, produziram, revisaram, editaram, publicaram e avaliaram o processo de aprendizagem.


Parabéns às professoras, aos alunos e a todos que favoreceram esse trabalho de excelência.


As Autobiografias viraram livros. As Regras de Jogos, manuais. Um fato interessante é que os alunos do 4º ano tiveram uma das reclamações atendida. Ganharam uma mesa nova de “ping-pong”. O gênero carta de reclamação cumpriu plenamente sua função social.


Produção da autobiografia – 3º ano



Aluno revisando seu texto



Alunos e suas produções (essa foto foi capa do livro)


Autobiografia (um exemplo)



PRODUÇÃO DE REGRAS DO JOGO (EM DUPLAS) – 3º ANO
BATE E CORRE


OBJETIVO DO JOGO: ser o único participante a não ir para o meio da roda


IDADE: a partir de 7 anos


NÚMEROS DE JOGADORES: 10 a 15


MATERIAL NECESSÁRIO: nenhum


REGRAS DA BRINCADEIRA

  • 1. Os participantes formam uma roda e um jogador inicia a brincadeira.
  • 2. Ao sinal de início, o jogador separado põe-se a correr em volta da roda, devendo bater inesperadamente no ombro de um colega.
  • 3. Este sai no seu encalço, enquanto o outro continua a correr em torno da roda para tentar ocupar outro lugar, agora vago no círculo, antes de ser apanhado.
  • 4. Se conseguir, o corredor desafiado reinicia a partida indo tocar outro. No caso contrário o alcançado vai para o centro da roda e lá fica ate outro cometer erro semelhante ao seu, trocando de lugar com ele.

CARTA DE RECLAMAÇÃO – 4º ANO




Gráfico das reclamações da turma


UM EXEMPLO DE CARTA DE RECLAMAÇÃO ANTERIOR À REVISÃO